Compositor: Watain
Nascido com uma doença fatal
Ascensão a uma esfera sem graça
No entanto, a corrente forjada em sulfuretos
Emerge com eles através da lábia do covil
O fedor, a maldição, o sacrilégio divino
A resistência de romper o frio
Trazido à vida, reduzido à pó
Por uma presença impenetrável de escuridão
Encarnação de pragas e pestes mortas
Fornicação de todos trazidos à vida
Sombra majestosa, feitiço infernal
No cerne da humanidade como um tumor que se alimenta da vida
Esta maldição à assombrar, e matar, e esmagar
Pois suas garras são a carne de toda a vida
Seus olhos são as almas que queimam no coração do inferno
Aqueles que são abençoados por sua discórdia
Essa praga irá morrer para renascer novamente
Pela eternidade e além
Pois é a vida, a maldição da morte raivosa
Trazida pelo primogênito, para nunca mais partir
De aço afiado e de cordas suspensas
A cura desta doença é feita
Pois todas as vidas que andam são possuídas por uma maldição
E no final tudo desaparecerá
Abençoado da sujeira
Tocado pelo mistério
Acariciado pelo escuro
Abandonado como uma cobra para rastejar e amaldiçoar
Que os mares fervam
E a chuva de napalm
Faça a humanidade desaparecer
Pois ele ainda reinará
Contemple a queima da terra
E sua fraca criação
Ainda o cosmos tremerá
Sob seu domínio